“No
próximo Sábado viveremos juntos uma especial jornada de jejum e
Oração pela Paz na Síria, no Médio Oriente e no mundo inteiro.
Também
pela Paz nos nossos corações.”Paróquia de S. Cristóvão do Muro
Vigararia Trofa/Vila do Conde
Diocese do Porto - Portugal
Diocese do Porto - Portugal
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA PAZ com o PAPA FRANCISCO
No próximo Sábado
7 de Setembro
isso é bom.
o que diz esta mensagem para mim, para ti, para todos nós?
Não é este o mundo que todos levamos no coração?
O mundo que queremos não é um mundo de harmonia e de paz, em nós mesmos, nas relações com os outros, nas famílias, nas cidades, nas e entre as nações?
sente medo do olhar de Deus;
acusa a mulher, aquela que é carne da sua carne (v. 12);
quebra a harmonia com a criação, chega a levantar a mão contra o seu irmão para matá-lo.
E Caim responde «Não sei. Acaso sou o guarda do meu irmão?» (Gn 4, 9).
A violência e a guerra têm a linguagem da morte!
Podemos sair desta espiral de dor e de morte?
Podemos aprender de novo a caminhar e percorrer o caminho da paz?
olha a dor do teu irmão e não acrescentes mais dor, segura a tua mão, reconstrói a harmonia perdida;
e isso não com o confronto, mas com o encontro!
«A paz se afirma somente com a paz; e a paz não separada dos deveres da justiça, mas alimentada pelo próprio sacrifício, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade» (Mensagem para o Dia Mundial da Paz, de 1976: ASS 67 [1975], 671).
Se não
puder participar na Vigília a realizar na nossa Igreja
Paroquial, pode assistir em directo, desde a Praça de S. Pedro no Vaticano, a
partir das 18H00 do próximo Sábado.
O
vídeo será mantido e poderá ser visto posteriormente.
Texto
retirado da Rádio Vaticano e adicionado em 8Set2013:
A
iniciativa do Pontífice – de um Dia de oração e jejum em favor
da paz – foi vivida por milhões de pessoas no mundo inteiro, fiéis
cristãos e de outras religiões, e pessoas de boa vontade.
Em
espírito de oração e grande recolhimento, após ser entoado o
canto do Veni Creator (Vinde, Espírito Criador), a recitação do
Terço diante do ícone mariano da Salus populi Romani (Protectora do
povo Romano), intercalado de leituras, o Santo Padre dirigiu a sua
reflexão aos presentes e a todos aqueles que acompanharam a Vigília
pela televisão.
Partindo
da narração bíblica da origem do mundo e da humanidade, contida no
livro do Génesis, o Papa Francisco insistiu sobre a mensagem da
bondade da Criação de Deus.
«Deus
viu que isso era bom» (Gn
1,12.18.21.25).
A
narração bíblica da origem do mundo e da humanidade nos fala de
Deus que olha a criação, quase a contemplando, e repete uma e outra
vez:isso é bom.
Isso
permite-nos entrar no coração de Deus e recebermos a sua mensagem
que procede precisamente do seu íntimo.
Podemos
perguntar-nos:
qual
é o significado desta mensagem?o que diz esta mensagem para mim, para ti, para todos nós?
Simplesmente
diz-nos que o nosso mundo, no coração e na mente de Deus, é “casa
de harmonia e de paz” e espaço onde todos podem encontrar o seu
lugar e sentir-se “em casa”, porque é “isso é bom”.
Toda
a criação constitui um conjunto harmonioso, bom, mas os seres
humanos em particular, criados à imagem e semelhança de Deus,
formam uma única família, em que as relações estão marcadas por
uma fraternidade real e não simplesmente de palavra:
o
outro e a outra são o irmão e a irmã que devemos amar, e a relação
com Deus, que é amor, fidelidade, bondade, se reflecte em todas as
relações humanas e dá harmonia para toda a criação.
O
mundo de Deus é um mundo onde cada um se sente responsável pelo
outro, pelo bem do outro.
Esta
noite, na reflexão, no jejum, na oração, cada um de nós, todos
nós pensamos no profundo de nós mesmos:
Não
é este o mundo que eu desejo?Não é este o mundo que todos levamos no coração?
O mundo que queremos não é um mundo de harmonia e de paz, em nós mesmos, nas relações com os outros, nas famílias, nas cidades, nas e entre as nações?
E
a verdadeira liberdade para escolher entre os caminhos a serem
percorridos neste mundo, não é precisamente aquela que está
orientada pelo bem de todos e guiada pelo amor?
Mas
pergunte-mo-nos agora:
É este o mundo em que vivemos?
A
criação conserva a sua beleza que nos enche de admiração; ela
continua a ser uma obra boa.
Mas
há também “violência, divisão, confronto, guerra”.
Isto
acontece quando o homem, vértice da criação, perde de vista o
horizonte da bondade e da beleza, e se fecha no seu próprio egoísmo.
Quando
o homem pensa só em si mesmo, nos seus próprios interesses e se
coloca no centro, quando se deixa fascinar pelos ídolos do domínio
e do poder, quando se coloca no lugar de Deus, então deteriora todas
as relações, arruína tudo;
e
abre a porta à violência, à indiferença, ao conflito.
É
justamente isso o que nos quer explicar o trecho do Génesis em que
se narra o pecado do ser humano:
o
homem entra em conflito consigo mesmo, percebe que está nu e se
esconde porque sente medo (Gn
3, 10);sente medo do olhar de Deus;
acusa a mulher, aquela que é carne da sua carne (v. 12);
quebra a harmonia com a criação, chega a levantar a mão contra o seu irmão para matá-lo.
Podemos
dizer que da harmonia se passa à desarmonia? Não.
Não
existe a “desarmonia”:
ou
existe harmonia ou se cai no caos, onde há violência, desavença,
confronto, medo...
É
justamente nesse caos que Deus pergunta à consciência do homem:
«Onde
está o teu irmão Abel?».E Caim responde «Não sei. Acaso sou o guarda do meu irmão?» (Gn 4, 9).
Esta
pergunta também se dirige a nós, assim que também a nós fará bem
perguntar:
-
Acaso sou o guarda do meu irmão?
Sim,
tu és o guarda do teu irmão!
Ser
pessoa significa sermos guardas uns dos outros!
Contudo,
quando se quebra a harmonia, se produz uma metamorfose: o irmão que
devíamos guardar e amar se transforma em adversário a combater, a
suprimir.
Quanta
violência surge a partir deste momento, quantos conflitos, quantas
guerras marcaram a nossa história! Basta ver o sofrimento de tantos
irmãos e irmãs.
Não
se trata de algo conjuntural, mas a verdade é esta: em toda
violência e em toda guerra fazemos Caim renascer.
Todos
nós!
E
ainda hoje prolongamos esta história de confronto entre irmãos,
ainda hoje levantamos a mão contra quem é nosso irmão.
Ainda
hoje nos deixamos guiar pelos ídolos, pelo egoísmo, pelos nossos
interesses; e esta atitude se faz mais aguda:
aperfeiçoamos
nossas armas, nossa consciência adormeceu, tornamos mais subtis as
nossas razões para nos justificar.
Como
fosse uma coisa normal, continuamos a semear destruição, dor,
morte!
A
violência e a guerra trazem somente morte, falam de morte!A violência e a guerra têm a linguagem da morte!
Neste
ponto, pergunto-me:
É
possível percorrer outro caminho?Podemos sair desta espiral de dor e de morte?
Podemos aprender de novo a caminhar e percorrer o caminho da paz?
Invocando
a ajuda de Deus, sob o olhar materno da Salus Populi romani, Rainha
da paz, quero responder:
Sim,
é possível para todos!
Esta
noite queria que de todos os cantos da terra gritássemos:
Sim,
é possível para todos!
E
mais ainda, queria que cada um de nós, desde o menor até o maior,
inclusive aqueles que estão chamados a governar as nações,
respondesse:
-
Sim queremos! A minha fé cristã me leva a olhar para a Cruz.
Como
eu queria que, por um momento, todos os homens e mulheres de boa
vontade olhassem para a Cruz!
Na
cruz podemos ver a resposta de Deus: ali à violência não se
respondeu com violência, à morte não se respondeu com a linguagem
da morte.
No
silêncio da Cruz se cala o fragor das armas e fala a linguagem da
reconciliação, do perdão, do diálogo, da paz.
Queria
pedir ao Senhor, nesta noite, que nós cristãos, os irmãos de
outras religiões, todos os homens e mulheres de boa vontade
gritassem com força:
a
violência e a guerra nunca são o caminho da paz!
Que
cada um olhe dentro da própria consciência e escute a palavra que
diz:
sai
dos teus interesses que atrofiam o teu coração, supera a
indiferença para com o outro que torna o teu coração insensível,
vence as tuas razões de morte e abre-te ao diálogo, à
reconciliação;olha a dor do teu irmão e não acrescentes mais dor, segura a tua mão, reconstrói a harmonia perdida;
e isso não com o confronto, mas com o encontro!
Que
acabe o barulho das armas!
A
guerra sempre significa o fracasso da paz, é sempre uma derrota para
a humanidade.
Ressoem
mais uma vez as palavras de Paulo VI:
«Nunca
mais uns contra os outros, não mais, nunca mais... Nunca mais a
guerra, nunca mais a guerra! (Discurso
às Nações Unidas, 4 de Outubro de 1965: ASS 57 [1965], 881).«A paz se afirma somente com a paz; e a paz não separada dos deveres da justiça, mas alimentada pelo próprio sacrifício, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade» (Mensagem para o Dia Mundial da Paz, de 1976: ASS 67 [1975], 671).
Perdão,
diálogo, reconciliação são as palavras da paz:
na
amada nação síria, no Oriente Médio, em todo o mundo!
Rezemos
pela reconciliação e pela paz, e nos tornemos todos, em todos os
ambientes, em homens e mulheres de reconciliação e de paz.
Amém.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA PAZ
Na
Igreja Paroquial de São Cristóvão do Muro
Sábado, 7 de Setembro, das 21 às 22H00
Sábado, 7 de Setembro, das 21 às 22H00
O Papa
Francisco convocou toda a Igreja para, no próximo Sábado dia 7 de
Setembro, realizar um dia de jejum e oração pela paz na Síria e no
mundo.
Convidou
também a unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais
oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem
a outras religiões e os homens de boa vontade.
Tendo
o pedido do Papa sido feito após os nossos encontros nas Eucaristias
do passado fim de semana, utilizamos esta forma de comunicação para
fazer chegar a todos o nosso propósito de realizar, no próximo
Sábado, a Vigília de Oração pela Paz da Comunidade Paroquial de
São Cristóvão do Muro.
Assim,
no
próximo Sábado dia 7 de Setembro, para
além do proposto jejum, a nossa Comunidade Paroquial vai efectuar na
Igreja Paroquial, das
21H00 às 22H00,
uma Vigília de Oração pela Paz
na Síria e no Mundo.
Conto
com a colaboração dos que têm acesso à página da paróquia, em
particular dos mais jovens – também com os seus “contactos”,
para fazer chegar a todas as famílias esta mensagem.
Vamos
estar em união com o Santo Padre, com a Igreja e com todos os homens
de boa vontade.
Façamos
eco do grito
da paz do Papa Francisco:
Queremos
um mundo de paz,
queremos
ser homens e mulheres de paz,
queremos
que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos,
possa irromper a paz!
Nunca
mais a guerra!
Padre
Rui Alves
domingo, 1 de setembro de 2013
PREMENTE APELO DO PAPA FRANCISCO PELA PAZ NA SÍRIA E NO MUNDO
No
Angelus de hoje, 1 de Setembro de 2013:
A paz é um dom demasiado precioso, que deve ser promovido e tutelado.
Ainda tenho gravadas na mente e no coração as imagens terríveis dos dias passados!
Ajudai-nos, Maria, a superar este momento difícil e a nos comprometer a construir, todos os dias e em todo lugar, uma autêntica cultura do encontro e da paz.
Maria, Rainha da paz, rogai por nós!
Hoje,
queridos irmãos e irmãs, queria fazer-me intérprete do grito que
se eleva, com crescente angústia, em todos os cantos da terra, em
todos os povos, em cada coração, na única grande família que é a
humanidade: o grito da paz!
É um
grito que diz com força: queremos um mundo de paz, queremos ser
homens e mulheres de paz, queremos que nesta nossa sociedade,
dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz!
Nunca
mais a guerra!
Nunca
mais a guerra!A paz é um dom demasiado precioso, que deve ser promovido e tutelado.
Vivo
com particular sofrimento e com preocupação as várias situações
de conflito que existem na nossa terra; mas, nestes dias, o meu
coração ficou profundamente ferido por aquilo que está acontecendo
na Síria, e fica angustiado pelos desenvolvimentos dramáticos que
se preanunciam.
Dirijo
um forte Apelo pela paz, um Apelo que nasce do íntimo de mim mesmo!
Quanto
sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o
uso das armas naquele país atormentado, especialmente entre a
população civil e indefesa!
Pensemos
em quantas crianças não poderão ver a luz do futuro!
Condeno
com uma firmeza particular o uso das armas químicas!Ainda tenho gravadas na mente e no coração as imagens terríveis dos dias passados!
Existe
um juízo de Deus e também um juízo da história sobre as nossas
acções aos quais não se pode escapar!
O uso
da violência nunca conduz à paz.
Guerra
chama mais guerra, violência chama mais violência.
Com
todas as minhas forças, peço às partes envolvidas no conflito que
escutem a voz da sua consciência, que não se fechem nos próprios
interesses, mas que olhem para o outro como um irmão e que assumam
com coragem e decisão o caminho do encontro e da negociação,
superando o confronto cego.
Com a
mesma força, exorto também a Comunidade Internacional a fazer todo
o esforço para promover, sem mais demora, iniciativas claras a favor
da paz naquela nação, baseadas no diálogo e na negociação, para
o bem de toda a população síria.
Que
não se poupe nenhum esforço para garantir a ajuda humanitária às
vítimas deste terrível conflito, particularmente os deslocados no
país e os numerosos refugiados nos países vizinhos.
Que os
agentes humanitários, dedicados a aliviar os sofrimentos da
população, tenham garantida a possibilidade de prestar a ajuda
necessária.
O que
podemos fazer pela paz no mundo?
Como
dizia o Papa João XXIII, a todos corresponde a tarefa de estabelecer
um novo sistema de relações de convivência baseados na justiça e
no amor (cf. Pacem in terris, [11 de Abril de 1963]: AAS 55 [1963],
301-302).
Possa
uma corrente de compromisso pela paz unir todos os homens e mulheres
de boa vontade!
Trata-se
de um forte e premente convite que dirijo a toda a Igreja Católica,
mas que estendo a todos os cristãos de outras confissões, aos
homens e mulheres de todas as religiões e também àqueles irmãos e
irmãs que não crêem: a paz é um bem que supera qualquer barreira,
porque é um bem de toda a humanidade.
Repito
em voz alta: não é a cultura do confronto, a cultura do conflito,
aquela que constrói a convivência nos povos e entre os povos, mas
sim esta: a cultura do encontro, a cultura do diálogo: este é o
único caminho para a paz.
Que o
grito da paz se erga alto para que chegue até o coração de cada
um, e que todos abandonem as armas e se deixem guiar pelo desejo de
paz.
Por
isso, irmãos e irmãs, decidi convocar para toda a Igreja, no
próximo dia 7 de Setembro, véspera da Natividade de
Maria, Rainha da Paz, um dia de jejum e de oração pela paz na
Síria, no Oriente Médio, e no mundo inteiro, e convido também a
unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais oportuno, os
irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras
religiões e os homens de boa vontade.
No
dia 7 de Setembro, na Praça de São Pedro, aqui, das 19h00 até às
24h00 (18h até às 23h em Portugal continental), nos reuniremos em oração e em
espírito de penitência para invocar de Deus este grande dom para a
amada nação síria e para todas as situações de conflito e de
violência no mundo.
A
humanidade precisa ver gestos de paz e escutar palavras de esperança
e de paz!
Peço
a todas as Igrejas particulares que, além de viver este dia de
jejum, organizem algum ato litúrgico por esta intenção.
Peçamos
a Maria que nos ajude a responder à violência, ao conflito e à
guerra com a força do diálogo, da reconciliação e do amor.
Ela é
mãe: que Ela nos ajude a encontrar a paz; todos nós somos seus
filhos!Ajudai-nos, Maria, a superar este momento difícil e a nos comprometer a construir, todos os dias e em todo lugar, uma autêntica cultura do encontro e da paz.
Maria, Rainha da paz, rogai por nós!
01-09-2013,
Rádio Vaticano
sábado, 31 de agosto de 2013
Boletim Paroquial nº 64
Semana
de 1 a 8 de Setembro 2013
XXII Domingo do Tempo Comum - ANO C
A todos os que quiserem participar desse “banquete”, Ele recomenda a humildade; ao mesmo tempo, denuncia a atitude daqueles que conduzem as suas vidas numa lógica de ambição, de luta pelo poder e pelo reconhecimento, de superioridade em relação aos outros… Jesus sugere, também, que para o “banquete do Reino” todos os homens são convidados; e que a gratuidade e o amor desinteressado devem caracterizar as relações estabelecidas entre todos os participantes do “banquete”.
Cidade do Vaticano, 30 ago 2013 (Ecclesia) – O Papa enviou uma mensagem ao presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade entre os Cristãos, por ocasião do 13.º Simpósio Intercristão que termina hoje na cidade de Milão.
Sábado, dia 7 de Setembro, às 17:00
Domingo, dia 8 de Setembro, às 9:15
XXII Domingo do Tempo Comum - ANO C
O
GRANDE DESAFIO
A
liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre alguns valores
que acompanham o desafio do “Reino”: a humildade, a gratuidade, o
amor desinteressado.
O
Evangelho coloca-nos no ambiente de um banquete em casa de um
fariseu.
O
enquadramento é o pretexto para Jesus falar do “banquete do
Reino”.A todos os que quiserem participar desse “banquete”, Ele recomenda a humildade; ao mesmo tempo, denuncia a atitude daqueles que conduzem as suas vidas numa lógica de ambição, de luta pelo poder e pelo reconhecimento, de superioridade em relação aos outros… Jesus sugere, também, que para o “banquete do Reino” todos os homens são convidados; e que a gratuidade e o amor desinteressado devem caracterizar as relações estabelecidas entre todos os participantes do “banquete”.
Na
primeira leitura, um sábio dos inícios do séc. II a.C. aconselha a
humildade como caminho para ser agradável a Deus e aos homens, para
ter êxito e ser feliz.
É a
reiteração da mensagem fundamental que a Palavra de Deus hoje nos
apresenta.
A
segunda leitura convida os crentes instalados numa fé cómoda e sem
grandes exigências, a redescobrir a novidade e a exigência do
cristianismo; insiste em que o encontro com Deus é uma experiência
de comunhão, de proximidade, de amor, de intimidade, que dá sentido
à caminhada do cristão.
Aparentemente,
esta questão não tem muito a ver com o tema principal da liturgia
deste domingo; no entanto, podemos ligar a reflexão desta leitura
com o tema central da liturgia de hoje – a humildade, a gratuidade,
o amor desinteressado – através do tema da exigência: a vida
cristã – essa vida que brota do encontro com o amor de Deus – é
uma vida que exige de nós determinados valores e atitudes, entre os
quais avultam a humildade, a simplicidade, o amor que se faz dom.
Bíblia:
FRANCISCANOS CAPUCHINHOS QUEREM CRISTÃOS MAIS FORMADOS
Terminada
a 36ª Semana Bíblica nacional, organização prepara-se para
semanas regionais de estudo das escrituras
Fátima,
Santarém 30 ago 2013 (Ecclesia) - Palavra, fé e vida
foram os elementos essenciais para formar os cristãos que
participaram na 36ª Semana Bíblica Nacional, organizada pelos
Franciscanos Capuchinhos, e que vão estar em estudo nas semanas
regionais do novo ano pastoral.
“Toda
a temática aborda a perspectiva da fé que é transportada para a
vida mas tem origem na palavra”, começa por explicar frei
Herculano Alves o tema, “Palavra, fé e vida – da palavra de Deus
à fé dos Homens”, da 36ª Semana Bíblica Nacional, dos
Franciscanos Capuchinhos.
“Não
se podia conceber uma semana a falar apenas da fé porque nós
sabemos que a raiz da fé está na palavra de Deus sendo essa fé a
resposta à palavra”, revelou o biblista à Agência ECCLESIA.
A
semana bíblica terminou esta quinta-feira, no Seminário do Verbo
Divino, em Fátima, com um balanço “muitíssimo positivo”.
Com
uma afluência de 280 participantes, a organização refere que o
ponto negativo foi “a crise que pesa no orçamento familiar e se
sente também na bíblia”, revela o frei Herculano Alves, director
da revista Bíblica.
Os
temas apresentados neste encontro nacional são “sempre o modelo”
para as semanas bíblicas regionais que os Franciscanos Capuchinhos
animam anualmente na Madeira, nos Açores, em Gondomar, em Barcelos e
no Porto, “ou em outros lugares, como Viseu”, revela o frei
Herculano Alves.
“Embora
não com a calma e tranquilidade como na semana bíblica nacional
onde há conferências de manhã e de tarde, e onde as pessoas estão
o dia todo em estudo, reflexão e oração”, assinala.
Para o
biblista, a “nova evangelização ou simplesmente evangelização”
faz-se através da bíblia e para isso é necessário “levar” aos
fiéis o seu conhecimento, para que estes saibam fazer uma “boa
interpretação” da sagrada Escritura.
As
semanas bíblicas nacionais são um espaço de “formação de
qualidade e quantidade” com conferencistas “altamente
competentes, conhecidos da Igreja em Portugal”, assinala o frei
Herculano Alves que pretende que exista mais participação dos
cristãos e maior colaboração das dioceses na sua divulgação.
Por
isso, os franciscanos capuchinhos gostariam que se desenvolvessem
“parcerias” com os organismos diocesanos, para que “os
católicos ou pelo menos as pessoas responsáveis pela pastoral
pudessem participar nesta formação nacional”.
As
conferências da 36ª Semana Bíblica Nacional vão ser publicadas no
final de Setembro, na “série científica da revista Bíblica”,
informa o frei Herculano Alves.
O
responsável conclui que em Outubro se inicia a organização o tema
da próxima edição da semana bíblica, publicado posteriormente na
revista Bíblica.
Vaticano:
PAPA ESCREVEU AOS PARTICIPANTES DO 13.º SIMPÓSIO
INTERCRISTÃO
Encontro
aborda relação entre o mundo cristão e o poder civil 1700 anos
depois do Édito de MilãoCidade do Vaticano, 30 ago 2013 (Ecclesia) – O Papa enviou uma mensagem ao presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade entre os Cristãos, por ocasião do 13.º Simpósio Intercristão que termina hoje na cidade de Milão.
Na
missiva, endereçada ao cardeal Kurt Koch, destaca a relevância do
encontro numa altura em que se assinalam os 1700 anos do Édito de
Milão, assinado pelo imperador romano Constantino (274-337).
“Aquela
decisão histórica, que decretou a liberdade religiosa para todos os
cristãos, abriu novas perspectivas à difusão do Evangelho e
contribuiu de maneira determinante para o nascimento da sociedade
europeia”, realça o Papa, no texto disponibilizado pela
sala de imprensa da Santa Sé.
O
Simpósio Intercristão, acolhido pela Universidade Católica do
Sagrado Coração, tem como tema “A vida dos cristãos e o poder
civil – questões históricas e perspectivas actuais no Oriente e
Ocidente”.
Conta
com a organização do Instituto Franciscano de Espiritualidade da
Universidade Pontifícia Antonianum e da Faculdade Teológica
Ortodoxa da Universidade Aristóteles de Salónica.
Para
Francisco, “a memória do Édito de Milão
oferece aos participantes do Simpósio a oportunidade de reflectirem
sobre o modo como o mundo cristão se tem relacionado com a sociedade
civil e com as autoridades que a regulam”.
Apesar
de se tratar de uma questão que conheceu “diferentes
desenvolvimentos”, no Ocidente e no Oriente, ela “conservou
alguns traços fundamentais comuns”, realça o Papa.
Entre
elas – salientou - está “a convicção
de que o poder civil encontra o seu limite diante da lei de Deus, a
reivindicação do espaço certo de autonomia para a consciência, a
noção de que a autoridade eclesiástica e o poder civil são
chamados a trabalhar em conjunto pelo bem integral da comunidade
humana”.
AVISOS
HORÁRIOS
DAS MISSAS
Terça-feira,
dia 3 de Setembro, às 19:00Sábado, dia 7 de Setembro, às 17:00
Domingo, dia 8 de Setembro, às 9:15
ATENDIMENTO
Terça-feira
das 17:00 às 18:30sexta-feira, 30 de agosto de 2013
FESTIVIDADES a S. GENS de CIDAI
Iniciam-se
este fim de semana, na vizinha Paróquia de Santiago de Bougado, as
Festas Religiosas em S. Gens de Cidai
[actualizado com Programa das Festas 2018]
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
MENSAGENS DO PAPA FRANCISCO E BARTOLOMEU I PARA O SIMPÓSIO INTERCRISTÃO
O Papa
Francisco enviou uma mensagem, nesta quinta-feira, aos participantes
do 13° Simpósio Intercristão a decorrer na cidade de Milão, na
Itália, promovido pelo Instituto Franciscano de Espiritualidade da
Pontifícia Universidade Antonianum de Roma e pela Faculdade
Teológica Ortodoxa da Universidade Aristóteles de Salónica, na
Grécia.
"A
vida dos cristãos e o poder civil. Questões históricas e
perspectivas actuais no Oriente e Ocidente" é o tema do
encontro promovido no âmbito do Ano Constantiniano pelos 1.700 anos
do Edito de Milão.
"A
histórica decisão de Constantino com a qual foi decretada a
liberdade religiosa para os cristãos, abriu novos caminhos para a
difusão do Evangelho e muito contribuiu para o nascimento da
civilização europeia", ressalta Francisco na
mensagem.
Esse
acontecimento transmitiu para o Oriente e Ocidente "a
convicção de que o poder civil tem o seu limite perante a Lei de
Deus, a reivindicação do espaço justo de autonomia para a
consciência, a consciência de que a autoridade eclesiástica e o
poder civil são chamados a colaborar para o bem integral da
comunidade humana", conclui o Papa.
O
Patriarca Ecuménico de Constantinopla, Bartolomeu I, também enviou
uma mensagem aos participantes do 13° Simpósio Intercristão.
Ressalta
no documento a importância do Edito de Milão que permitiu aos
cristãos "o livre
exercício de seus deveres culturais e religiosos e o reconhecimento
da liberdade religiosa em geral".
"O
tema escolhido diz respeito ao relacionamento da vida cristã com o
poder político, um tema actual em nossos dias, em que por um lado a
tentação do poder influencia em alguns casos a vida dos cristãos e
por outro, certas formas de poder político no mundo contemporâneo
trabalham negativamente ou colocam em perigo suas vidas",
frisa Bartolomeu I.
Conclui
a mensagem desejando sucesso nos trabalhos do simpósio e invocando
as bênçãos divinas para que possa dar frutos em favor do bem da
Igreja e do progresso da colaboração destes institutos científicos.
Rádio
Vaticano, 29-08-2013
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
SONHO DE LUTHER KING DEVE SER HONRADO
Afirmou
o Cardeal de Washington
O
sonho de Martin Luther King continua vivo, depois de 50 anos.
O Presidente Barack Obama vai pronunciar um discurso nas escadarias do Lincoln Memorial, o mesmo local onde Luther King disse as famosas palavras.
Recordando
os cinquenta anos do célebre discurso “Eu
tenho um sonho” (I have a dream), de Martin
Luther King, o Cardeal de Washington, Donald William Wuerl, ressalta
o empenho da Igreja
Católica nos EUA com a justiça racial e social.
“A
magistral estátua de King, no novo memorial em Washington,
lembra-nos seu imponente compromisso em conduzir nossa nação à
plena consciência da igualdade de todas as pessoas diante de Deus”,
declara o cardeal, publicado no Osservatore Romano.
“O
seu sonho, tão enraizado na oração e na Sagrada Escritura,
continua a encorajar-nos a vermos uns aos outros como irmãos e
irmãs, filhos do mesmo amoroso Deus”, continua.
O
Cardeal Wuerl recorda seu predecessor arcebispo de Washington até
1973, Dom Patrick Aloysius O'Boyle, que rezava para que “os
ideais da liberdade, abençoados pela nossa fé e por nossa herança
democrática, prevaleçam no país”.
Naqueles
dias, o então arcebispo incentivou grupos católicos, paróquias e
universidades a participarem da marcha de 28 de Agosto de 1963,
oferecendo hospitalidade a quem vinha de fora e disponibilizando
faixas e cartazes contra o racismo.
“Hoje
temos que honrar a sua herança e continuar o seu trabalho” –
afirma o actual cardeal. “Este compromisso implica oferecer
oportunidades educativas para as crianças, principalmente as mais
pobres, que seriam destinadas a escolas mais ‘escassas’”.
Os 96
colégios católicos da Arquidiocese de Washington recebem quase
30.000 crianças da capital e do Estado de Maryland, salienta Dom
Wuerl. “Muitas delas pertencem a minorias e não são católicas.
Para o próximo ano académico, 2013-2014, a arquidiocese destinou
5,5 milhões de dólares em subvenções aos impostos escolásticos,
uma ajuda que sextuplicou nos últimos anos”, revela Dom Wuerl.
Rádio
Vaticano, 28-08-2013
I
have a dream
Foi há
50 anos, no dia 28 de Agosto de 1963, que Martin Luther King
proferiu, em Washington, o célebre discurso "I Have a Dream".
Nesse
discurso histórico, o activista Martin Luther King pela igualdade de
direitos entre negros e brancos, defendeu a igualdade de direitos
para todos.
Três
anos depois, na cidade americana de Memphis, Martin Luther King foi
assassinado.
Hoje,
nos EUA, os sinos das igrejas de todo o país vão soar no momento em
que o discurso foi feito.
O Presidente Barack Obama vai pronunciar um discurso nas escadarias do Lincoln Memorial, o mesmo local onde Luther King disse as famosas palavras.
Poder
ler o texto de I
have a dream
em português do Brasil.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
NOVO APELO DO PAPA PELA PAZ NA SÍRIA
"CESSE
O BARULHO DAS ARMAS!
É A CAPACIDADE DE ENCONTRO E DIÁLOGO QUE OFERECE ESPERANÇA PARA RESOLVER OS PROBLEMAS"
é o novo apelo do Papa Francisco pela paz na Síria
Não é o conflito que oferece perspectivas de esperança para resolver os problemas, mas a capacidade de encontro e de diálogo”.
É A CAPACIDADE DE ENCONTRO E DIÁLOGO QUE OFERECE ESPERANÇA PARA RESOLVER OS PROBLEMAS"
é o novo apelo do Papa Francisco pela paz na Síria
No
Angelus deste domingo o Papa Francisco lançou um novo apelo pela paz
na Síria, especialmente após as notícias e imagens vindas daquele
país ao longo desta semana.
No
país, após quase dois anos e meio de guerra civil, morreram mais de
100 mil pessoas, das quais 7 mil crianças.
Mais
de 4 milhões de refugiados e deslocados, 1/5 da população Síria.
“Com
grande sofrimento e preocupação continuo a acompanhar a situação
na Síria.
O
aumento da violência em uma guerra entre irmãos, com o
multiplicar-se de tragédias e actos atrozes, que todos pudemos ver
também nas terríveis imagens destes dias, me impele uma vez mais a
exortar para que cesse o barulho das armas.Não é o conflito que oferece perspectivas de esperança para resolver os problemas, mas a capacidade de encontro e de diálogo”.
Do
fundo do seu coração o Papa exprime a sua proximidade com a oração
e a solidariedade para com todas as vítimas deste conflito, para com
todos aqueles que sofrem, especialmente as crianças e convida a
manterem sempre acesa a chama da esperança de paz:
“Faço
um apelo à Comunidade Internacional para que se mostre mais sensível
para com esta trágica situação e faça tudo o que for necessário
para ajudar a cara Nação Síria a encontrar uma solução para a
uma guerra que semeia destruição e morte”.
No
final, o Santo Padre convidou os presentes a rezar a Maria, Rainha da
Paz!
Rádio
Vaticano, 25-08-2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Boletim Paroquial 25AGO2013
XXI
Domingo do Tempo Comum - ANO C
25 de Agosto de 2013
25 de Agosto de 2013
Esta
semana não é editado o Boletim Paroquial.
Os
comentários à liturgia do dia e os avisos foram já publicados no
Boletim Paroquial nº 63.
Alterações
aos Avisos podem ser vistas na Agenda da Paróquia, no final da
página.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
Boletim Paroquial nº 63
Semana
de 18 a 25 de Agosto 2013
XX Domingo do Tempo Comum - ANO C
– 1º Anivº Maria Alice Alves Maia
Domingo, dia 25 de Agosto, às 9:15
Sábado, dia 31 de Agosto, às 17:00
Domingo, dia 1 de Setembro, às 9:15
XX Domingo do Tempo Comum - ANO C
O
COMPROMISSO COM DEUS
A
Palavra de Deus que hoje nos é servida convida-nos a tomar
consciência da radicalidade e da exigência da missão que Deus nos
confia.
Não
há meios-termos: Deus convida-nos a um compromisso, corajoso e
coerente, com a construção do “novo céu” e da “nova terra”.
É
essa a nossa missão profética.
A
primeira leitura apresenta-nos a figura do profeta Jeremias.
O
profeta recebe de Deus uma missão que lhe vai trazer o ódio dos
chefes e a desconfiança do Povo de Jerusalém: anunciar o fim do
reino de Judá.
Jeremias
vai cumprir a missão que Deus lhe confiou, doa a quem doer.
Ele
sabe que a missão profética não é um concurso de popularidade,
mas um testemunhar, com verdade e coerência, os projectos de Deus.
O
Evangelho reflecte sobre a missão de Jesus e as suas
implicações.
Define
a missão de Jesus como um “lançar fogo à terra”, a fim de que
desapareçam o egoísmo, a escravidão, o pecado e nasça o mundo
novo – o “Reino”.
A
proposta de Jesus trará, no entanto, divisão, pois é uma proposta
exigente e radical, que provocará a oposição de muitos; mas Jesus
aceita mesmo enfrentar a morte, para que se realize o plano do Pai e
o mundo novo se torne uma realidade palpável.
A
segunda leitura convida o cristão a correr de forma decidida ao
encontro da vida plena – como os atletas que não olham a esforços
para chegar à meta e alcançar a vitória.
Cristo
– que nunca cedeu ao mais fácil ou ao mais agradável, mas
enfrentou a morte para realizar o projecto do Pai – deve ser o
modelo que o cristão tem à frente e que orienta a sua caminhada.
XXI
Domingo do Tempo Comum - ANO C
25
de Agosto de 2013
A
SALVAÇÃO
A
liturgia deste domingo propõe-nos o tema da “salvação”.
Diz-nos
que o acesso ao “Reino” – à vida plena, à felicidade total
(“salvação”) – é um dom que Deus oferece a todos os homens e
mulheres, sem excepção; mas, para lá chegar, é preciso renunciar
a uma vida baseada nesses valores que nos tornam orgulhosos,
egoístas, prepotentes, auto-suficientes, e seguir Jesus no seu
caminho de amor, de entrega, de dom da vida.
Na
primeira leitura, um profeta não identificado propõe-nos a
visão da comunidade escatológica: será uma comunidade universal, à
qual terão acesso todos os povos da terra, sem excepção.
Os
próprios pagãos serão chamados a testemunhar a Boa Nova de Deus e
serão convidados para o serviço de Deus, sem qualquer discriminação
baseada na raça, na etnia ou na origem.
No
Evangelho, Jesus – confrontado com uma pergunta acerca do
número dos que se salvam – sugere que o banquete do “Reino” é
para todos; no entanto, não há entradas garantidas, nem bilhetes
reservados: é preciso fazer uma opção pela “porta estreita” e
aceitar seguir Jesus no dom da vida e no amor total aos irmãos.
A
segunda leitura parece, à primeira vista, apresentar um tema um
tanto deslocado e marginal, em relação ao que nos é proposto pelas
outras duas leituras; no entanto, as ideias propostas são uma outra
forma de abordar a questão da “porta estreita”: o verdadeiro
crente enfrenta com coragem os sofrimentos e provações, vê neles
sinais do amor de Deus que, dessa forma, educa, corrige, mostra o sem
sentido de certas opções e nos prepara para a vida nova do “Reino”.
Itália:
PAPA APELA AO COMBATE DA IGREJA CONTRA AS FORÇAS DO MAL
Papa
Francisco cumpriu tradição no dia da solenidade litúrgica da
Assunção de Maria com milhares de pessoas em Castel Gandolfo
Castel
Gandolfo, Itália, 15 ago 2013 (Ecclesia) – O Papa
celebrou hoje a solenidade litúrgica da Assunção de Maria com
milhares de pessoas, na localidade italiana de Castel Gandolfo,
apresentando a mãe de Jesus como “sinal de esperança segura” na
luta contra o mal.
“Isto
(a Assunção de Maria) não significa que esteja longe, que esteja
separada de nós, pelo contrário, Maria acompanha-nos, luta
connosco, apoia os cristãos no combate contra a força do mal”,
declarou, na homilia da missa que decorreu na Praça da Liberdade,
diante da residência pontifícia, perante peregrinos de vários
países, incluindo vários argentinos e um grupo de chineses.
A
intervenção de Francisco partiu de três palavras-chave, “luta,
ressurreição, esperança”.
Segundo
o Papa, a Igreja vive “continuamente as provas e os desafios que
comporta o conflito entre Deus e o maligno”, numa luta que não
enfrenta sozinha.
“A
mãe de Cristo e da Igreja está sempre connosco.
Sempre,
caminha connosco, está connosco”, prosseguiu.
Francisco
convidou à recitação do rosário e brincou com os presentes: “Vós
rezais o terço todos os dias? Bem, não sei… de certeza?”.
O Papa
disse ainda que a fé cristã se baseia numa “verdade fundamental”,
que é a ressurreição de Jesus e que Maria passou pelo “martírio
do seu coração” ao ver o sofrimento de Cristo na cruz.
“Esteve
plenamente unida a Ele na morte e, por isso, foi-lhe dado o dom da
ressurreição”, observou.
Em
conclusão, Francisco apresentou uma reflexão sobre a esperança
perante a “luta quotidiana entre a vida e a morte, entre o bem e o
mal”, como fizeram muitos “santos e santas”, conhecidos ou
desconhecidos – “mães, pais, catequistas, missionários, padres,
irmãs, jovens, também crianças, avós”.
“Onde
há cruz, para nós cristãos há esperança, sempre.
Se não
há esperança, nós não somos cristãos, por isso apraz-me dizer:
não deixeis que vos roubem a esperança”, observou.
Francisco
cumpriu a tradição papal de celebrar a solenidade litúrgica da
Assunção de Maria em Castel Gandolfo, tendo deixado o Vaticano
pelas 09h00 locais (menos uma hora em Lisboa), começando por visitar
o mosteiro de clausura das religiosas Clarissas, durante cerca de 45
minutos.
AVISOS
HORÁRIOS
DAS MISSAS
Terça-feira,
dia 20 de Agosto, às 18:30
Sábado,
dia 24 de Agosto, às 17:00 –
30º
Dia José Ferreira de
Azevedo– 1º Anivº Maria Alice Alves Maia
Domingo, dia 25 de Agosto, às 9:15
Terça-feira,
dia 27 de Agosto, às 18:00 –
30º
Dia Joaquim da Silva Arantes
– 1º
Anivº Manuel
Alexandre Teixeira da SilvaSábado, dia 31 de Agosto, às 17:00
Domingo, dia 1 de Setembro, às 9:15
ATENDIMENTO
Não
há atendimento durante o mês de Agosto
Subscrever:
Mensagens (Atom)









.jpg)

