Paróquia de S. Cristóvão do Muro

Vigararia Trofa/Vila do Conde
Diocese do Porto - Portugal

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

AMANHÃ NÃO ESQUEÇAMOS O APELO DO PAPA




No próximo Sábado viveremos juntos uma especial jornada de jejum e Oração pela Paz na Síria, no Médio Oriente e no mundo inteiro.
Também pela Paz nos nossos corações.”

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA PAZ com o PAPA FRANCISCO

No próximo Sábado 7 de Setembro

Se não puder participar na Vigília a realizar na nossa Igreja Paroquial, pode assistir em directo, desde a Praça de S. Pedro no Vaticano, a partir das 18H00 do próximo Sábado.

O vídeo será mantido e poderá ser visto posteriormente.





Texto retirado da Rádio Vaticano e adicionado em 8Set2013:

A iniciativa do Pontífice – de um Dia de oração e jejum em favor da paz – foi vivida por milhões de pessoas no mundo inteiro, fiéis cristãos e de outras religiões, e pessoas de boa vontade.
Em espírito de oração e grande recolhimento, após ser entoado o canto do Veni Creator (Vinde, Espírito Criador), a recitação do Terço diante do ícone mariano da Salus populi Romani (Protectora do povo Romano), intercalado de leituras, o Santo Padre dirigiu a sua reflexão aos presentes e a todos aqueles que acompanharam a Vigília pela televisão.

Partindo da narração bíblica da origem do mundo e da humanidade, contida no livro do Génesis, o Papa Francisco insistiu sobre a mensagem da bondade da Criação de Deus.

«Deus viu que isso era bom» (Gn 1,12.18.21.25).
A narração bíblica da origem do mundo e da humanidade nos fala de Deus que olha a criação, quase a contemplando, e repete uma e outra vez:
isso é bom.

Isso permite-nos entrar no coração de Deus e recebermos a sua mensagem que procede precisamente do seu íntimo.

Podemos perguntar-nos:
qual é o significado desta mensagem?
o que diz esta mensagem para mim, para ti, para todos nós?

Simplesmente diz-nos que o nosso mundo, no coração e na mente de Deus, é “casa de harmonia e de paz” e espaço onde todos podem encontrar o seu lugar e sentir-se “em casa”, porque é “isso é bom”.

Toda a criação constitui um conjunto harmonioso, bom, mas os seres humanos em particular, criados à imagem e semelhança de Deus, formam uma única família, em que as relações estão marcadas por uma fraternidade real e não simplesmente de palavra:
o outro e a outra são o irmão e a irmã que devemos amar, e a relação com Deus, que é amor, fidelidade, bondade, se reflecte em todas as relações humanas e dá harmonia para toda a criação.

O mundo de Deus é um mundo onde cada um se sente responsável pelo outro, pelo bem do outro.

Esta noite, na reflexão, no jejum, na oração, cada um de nós, todos nós pensamos no profundo de nós mesmos:
Não é este o mundo que eu desejo?
Não é este o mundo que todos levamos no coração?
O mundo que queremos não é um mundo de harmonia e de paz, em nós mesmos, nas relações com os outros, nas famílias, nas cidades, nas e entre as nações?

E a verdadeira liberdade para escolher entre os caminhos a serem percorridos neste mundo, não é precisamente aquela que está orientada pelo bem de todos e guiada pelo amor?

Mas pergunte-mo-nos agora:
É este o mundo em que vivemos?

A criação conserva a sua beleza que nos enche de admiração; ela continua a ser uma obra boa.

Mas há também “violência, divisão, confronto, guerra”.

Isto acontece quando o homem, vértice da criação, perde de vista o horizonte da bondade e da beleza, e se fecha no seu próprio egoísmo.

Quando o homem pensa só em si mesmo, nos seus próprios interesses e se coloca no centro, quando se deixa fascinar pelos ídolos do domínio e do poder, quando se coloca no lugar de Deus, então deteriora todas as relações, arruína tudo;
e abre a porta à violência, à indiferença, ao conflito.

É justamente isso o que nos quer explicar o trecho do Génesis em que se narra o pecado do ser humano:
o homem entra em conflito consigo mesmo, percebe que está nu e se esconde porque sente medo (Gn 3, 10);
sente medo do olhar de Deus;
acusa a mulher, aquela que é carne da sua carne (v. 12);
quebra a harmonia com a criação, chega a levantar a mão contra o seu irmão para matá-lo.

Podemos dizer que da harmonia se passa à desarmonia? Não.

Não existe a “desarmonia”:
ou existe harmonia ou se cai no caos, onde há violência, desavença, confronto, medo...

É justamente nesse caos que Deus pergunta à consciência do homem:
«Onde está o teu irmão Abel?».
E Caim responde «Não sei. Acaso sou o guarda do meu irmão?» (Gn 4, 9).

Esta pergunta também se dirige a nós, assim que também a nós fará bem perguntar:
- Acaso sou o guarda do meu irmão?

Sim, tu és o guarda do teu irmão!
Ser pessoa significa sermos guardas uns dos outros!

Contudo, quando se quebra a harmonia, se produz uma metamorfose: o irmão que devíamos guardar e amar se transforma em adversário a combater, a suprimir.

Quanta violência surge a partir deste momento, quantos conflitos, quantas guerras marcaram a nossa história! Basta ver o sofrimento de tantos irmãos e irmãs.

Não se trata de algo conjuntural, mas a verdade é esta: em toda violência e em toda guerra fazemos Caim renascer.

Todos nós!

E ainda hoje prolongamos esta história de confronto entre irmãos, ainda hoje levantamos a mão contra quem é nosso irmão.

Ainda hoje nos deixamos guiar pelos ídolos, pelo egoísmo, pelos nossos interesses; e esta atitude se faz mais aguda:
aperfeiçoamos nossas armas, nossa consciência adormeceu, tornamos mais subtis as nossas razões para nos justificar.

Como fosse uma coisa normal, continuamos a semear destruição, dor, morte!
A violência e a guerra trazem somente morte, falam de morte!
A violência e a guerra têm a linguagem da morte!

Neste ponto, pergunto-me:
É possível percorrer outro caminho?
Podemos sair desta espiral de dor e de morte?
Podemos aprender de novo a caminhar e percorrer o caminho da paz?

Invocando a ajuda de Deus, sob o olhar materno da Salus Populi romani, Rainha da paz, quero responder:
Sim, é possível para todos!

Esta noite queria que de todos os cantos da terra gritássemos:
Sim, é possível para todos!

E mais ainda, queria que cada um de nós, desde o menor até o maior, inclusive aqueles que estão chamados a governar as nações, respondesse:
- Sim queremos! A minha fé cristã me leva a olhar para a Cruz.

Como eu queria que, por um momento, todos os homens e mulheres de boa vontade olhassem para a Cruz!

Na cruz podemos ver a resposta de Deus: ali à violência não se respondeu com violência, à morte não se respondeu com a linguagem da morte.

No silêncio da Cruz se cala o fragor das armas e fala a linguagem da reconciliação, do perdão, do diálogo, da paz.

Queria pedir ao Senhor, nesta noite, que nós cristãos, os irmãos de outras religiões, todos os homens e mulheres de boa vontade gritassem com força:
a violência e a guerra nunca são o caminho da paz!

Que cada um olhe dentro da própria consciência e escute a palavra que diz:
sai dos teus interesses que atrofiam o teu coração, supera a indiferença para com o outro que torna o teu coração insensível, vence as tuas razões de morte e abre-te ao diálogo, à reconciliação;
olha a dor do teu irmão e não acrescentes mais dor, segura a tua mão, reconstrói a harmonia perdida;
e isso não com o confronto, mas com o encontro!

Que acabe o barulho das armas!
A guerra sempre significa o fracasso da paz, é sempre uma derrota para a humanidade.

Ressoem mais uma vez as palavras de Paulo VI:
«Nunca mais uns contra os outros, não mais, nunca mais... Nunca mais a guerra, nunca mais a guerra! (Discurso às Nações Unidas, 4 de Outubro de 1965: ASS 57 [1965], 881).
«A paz se afirma somente com a paz; e a paz não separada dos deveres da justiça, mas alimentada pelo próprio sacrifício, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade» (Mensagem para o Dia Mundial da Paz, de 1976: ASS 67 [1975], 671).

Perdão, diálogo, reconciliação são as palavras da paz:
na amada nação síria, no Oriente Médio, em todo o mundo!

Rezemos pela reconciliação e pela paz, e nos tornemos todos, em todos os ambientes, em homens e mulheres de reconciliação e de paz.

Amém.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA PAZ

Na Igreja Paroquial de São Cristóvão do Muro
Sábado, 7 de Setembro, das 21 às 22H00




O Papa Francisco convocou toda a Igreja para, no próximo Sábado dia 7 de Setembro, realizar um dia de jejum e oração pela paz na Síria e no mundo.

Convidou também a unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras religiões e os homens de boa vontade.

Tendo o pedido do Papa sido feito após os nossos encontros nas Eucaristias do passado fim de semana, utilizamos esta forma de comunicação para fazer chegar a todos o nosso propósito de realizar, no próximo Sábado, a Vigília de Oração pela Paz da Comunidade Paroquial de São Cristóvão do Muro.

Assim, no próximo Sábado dia 7 de Setembro, para além do proposto jejum, a nossa Comunidade Paroquial vai efectuar na Igreja Paroquial, das 21H00 às 22H00, uma Vigília de Oração pela Paz na Síria e no Mundo.

Conto com a colaboração dos que têm acesso à página da paróquia, em particular dos mais jovens – também com os seus “contactos”, para fazer chegar a todas as famílias esta mensagem.

Vamos estar em união com o Santo Padre, com a Igreja e com todos os homens de boa vontade.

Façamos eco do grito da paz do Papa Francisco:
Queremos um mundo de paz,
queremos ser homens e mulheres de paz,
queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz!
Nunca mais a guerra!

Padre Rui Alves

domingo, 1 de setembro de 2013

PREMENTE APELO DO PAPA FRANCISCO PELA PAZ NA SÍRIA E NO MUNDO

No Angelus de hoje, 1 de Setembro de 2013:


Hoje, queridos irmãos e irmãs, queria fazer-me intérprete do grito que se eleva, com crescente angústia, em todos os cantos da terra, em todos os povos, em cada coração, na única grande família que é a humanidade: o grito da paz!

É um grito que diz com força: queremos um mundo de paz, queremos ser homens e mulheres de paz, queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz!

Nunca mais a guerra!
Nunca mais a guerra!
A paz é um dom demasiado precioso, que deve ser promovido e tutelado.

Vivo com particular sofrimento e com preocupação as várias situações de conflito que existem na nossa terra; mas, nestes dias, o meu coração ficou profundamente ferido por aquilo que está acontecendo na Síria, e fica angustiado pelos desenvolvimentos dramáticos que se preanunciam.

Dirijo um forte Apelo pela paz, um Apelo que nasce do íntimo de mim mesmo!

Quanto sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o uso das armas naquele país atormentado, especialmente entre a população civil e indefesa!

Pensemos em quantas crianças não poderão ver a luz do futuro!
Condeno com uma firmeza particular o uso das armas químicas!
Ainda tenho gravadas na mente e no coração as imagens terríveis dos dias passados!

Existe um juízo de Deus e também um juízo da história sobre as nossas acções aos quais não se pode escapar!

O uso da violência nunca conduz à paz.
Guerra chama mais guerra, violência chama mais violência.

Com todas as minhas forças, peço às partes envolvidas no conflito que escutem a voz da sua consciência, que não se fechem nos próprios interesses, mas que olhem para o outro como um irmão e que assumam com coragem e decisão o caminho do encontro e da negociação, superando o confronto cego.

Com a mesma força, exorto também a Comunidade Internacional a fazer todo o esforço para promover, sem mais demora, iniciativas claras a favor da paz naquela nação, baseadas no diálogo e na negociação, para o bem de toda a população síria.

Que não se poupe nenhum esforço para garantir a ajuda humanitária às vítimas deste terrível conflito, particularmente os deslocados no país e os numerosos refugiados nos países vizinhos.
Que os agentes humanitários, dedicados a aliviar os sofrimentos da população, tenham garantida a possibilidade de prestar a ajuda necessária.

O que podemos fazer pela paz no mundo?

Como dizia o Papa João XXIII, a todos corresponde a tarefa de estabelecer um novo sistema de relações de convivência baseados na justiça e no amor (cf. Pacem in terris, [11 de Abril de 1963]: AAS 55 [1963], 301-302).

Possa uma corrente de compromisso pela paz unir todos os homens e mulheres de boa vontade!

Trata-se de um forte e premente convite que dirijo a toda a Igreja Católica, mas que estendo a todos os cristãos de outras confissões, aos homens e mulheres de todas as religiões e também àqueles irmãos e irmãs que não crêem: a paz é um bem que supera qualquer barreira, porque é um bem de toda a humanidade.

Repito em voz alta: não é a cultura do confronto, a cultura do conflito, aquela que constrói a convivência nos povos e entre os povos, mas sim esta: a cultura do encontro, a cultura do diálogo: este é o único caminho para a paz.

Que o grito da paz se erga alto para que chegue até o coração de cada um, e que todos abandonem as armas e se deixem guiar pelo desejo de paz.

Por isso, irmãos e irmãs, decidi convocar para toda a Igreja, no próximo dia 7 de Setembro, véspera da Natividade de Maria, Rainha da Paz, um dia de jejum e de oração pela paz na Síria, no Oriente Médio, e no mundo inteiro, e convido também a unir-se a esta iniciativa, no modo que considerem mais oportuno, os irmãos cristãos não católicos, aqueles que pertencem a outras religiões e os homens de boa vontade.

No dia 7 de Setembro, na Praça de São Pedro, aqui, das 19h00 até às 24h00 (18h até às 23h em Portugal continental), nos reuniremos em oração e em espírito de penitência para invocar de Deus este grande dom para a amada nação síria e para todas as situações de conflito e de violência no mundo.

A humanidade precisa ver gestos de paz e escutar palavras de esperança e de paz!

Peço a todas as Igrejas particulares que, além de viver este dia de jejum, organizem algum ato litúrgico por esta intenção.

Peçamos a Maria que nos ajude a responder à violência, ao conflito e à guerra com a força do diálogo, da reconciliação e do amor.
Ela é mãe: que Ela nos ajude a encontrar a paz; todos nós somos seus filhos!
Ajudai-nos, Maria, a superar este momento difícil e a nos comprometer a construir, todos os dias e em todo lugar, uma autêntica cultura do encontro e da paz.
Maria, Rainha da paz, rogai por nós!

01-09-2013, Rádio Vaticano



 

sábado, 31 de agosto de 2013

Boletim Paroquial nº 64

Semana de 1 a 8 de Setembro 2013
XXII Domingo do Tempo Comum - ANO C

O GRANDE DESAFIO


A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre alguns valores que acompanham o desafio do “Reino”: a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado.

O Evangelho coloca-nos no ambiente de um banquete em casa de um fariseu.
O enquadramento é o pretexto para Jesus falar do “banquete do Reino”.
A todos os que quiserem participar desse “banquete”, Ele recomenda a humildade; ao mesmo tempo, denuncia a atitude daqueles que conduzem as suas vidas numa lógica de ambição, de luta pelo poder e pelo reconhecimento, de superioridade em relação aos outros… Jesus sugere, também, que para o “banquete do Reino” todos os homens são convidados; e que a gratuidade e o amor desinteressado devem caracterizar as relações estabelecidas entre todos os participantes do “banquete”.

Na primeira leitura, um sábio dos inícios do séc. II a.C. aconselha a humildade como caminho para ser agradável a Deus e aos homens, para ter êxito e ser feliz.
É a reiteração da mensagem fundamental que a Palavra de Deus hoje nos apresenta.

A segunda leitura convida os crentes instalados numa fé cómoda e sem grandes exigências, a redescobrir a novidade e a exigência do cristianismo; insiste em que o encontro com Deus é uma experiência de comunhão, de proximidade, de amor, de intimidade, que dá sentido à caminhada do cristão.

Aparentemente, esta questão não tem muito a ver com o tema principal da liturgia deste domingo; no entanto, podemos ligar a reflexão desta leitura com o tema central da liturgia de hoje – a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado – através do tema da exigência: a vida cristã – essa vida que brota do encontro com o amor de Deus – é uma vida que exige de nós determinados valores e atitudes, entre os quais avultam a humildade, a simplicidade, o amor que se faz dom.


Bíblia: FRANCISCANOS CAPUCHINHOS QUEREM CRISTÃOS MAIS FORMADOS
Terminada a 36ª Semana Bíblica nacional, organização prepara-se para semanas regionais de estudo das escrituras

Fátima, Santarém 30 ago 2013 (Ecclesia) - Palavra, fé e vida foram os elementos essenciais para formar os cristãos que participaram na 36ª Semana Bíblica Nacional, organizada pelos Franciscanos Capuchinhos, e que vão estar em estudo nas semanas regionais do novo ano pastoral.

Toda a temática aborda a perspectiva da fé que é transportada para a vida mas tem origem na palavra”, começa por explicar frei Herculano Alves o tema, “Palavra, fé e vida – da palavra de Deus à fé dos Homens”, da 36ª Semana Bíblica Nacional, dos Franciscanos Capuchinhos.

Não se podia conceber uma semana a falar apenas da fé porque nós sabemos que a raiz da fé está na palavra de Deus sendo essa fé a resposta à palavra”, revelou o biblista à Agência ECCLESIA.

A semana bíblica terminou esta quinta-feira, no Seminário do Verbo Divino, em Fátima, com um balanço “muitíssimo positivo”.

Com uma afluência de 280 participantes, a organização refere que o ponto negativo foi “a crise que pesa no orçamento familiar e se sente também na bíblia”, revela o frei Herculano Alves, director da revista Bíblica.

Os temas apresentados neste encontro nacional são “sempre o modelo” para as semanas bíblicas regionais que os Franciscanos Capuchinhos animam anualmente na Madeira, nos Açores, em Gondomar, em Barcelos e no Porto, “ou em outros lugares, como Viseu”, revela o frei Herculano Alves.

Embora não com a calma e tranquilidade como na semana bíblica nacional onde há conferências de manhã e de tarde, e onde as pessoas estão o dia todo em estudo, reflexão e oração”, assinala.

Para o biblista, a “nova evangelização ou simplesmente evangelização” faz-se através da bíblia e para isso é necessário “levar” aos fiéis o seu conhecimento, para que estes saibam fazer uma “boa interpretação” da sagrada Escritura.

As semanas bíblicas nacionais são um espaço de “formação de qualidade e quantidade” com conferencistas “altamente competentes, conhecidos da Igreja em Portugal”, assinala o frei Herculano Alves que pretende que exista mais participação dos cristãos e maior colaboração das dioceses na sua divulgação.

Por isso, os franciscanos capuchinhos gostariam que se desenvolvessem “parcerias” com os organismos diocesanos, para que “os católicos ou pelo menos as pessoas responsáveis pela pastoral pudessem participar nesta formação nacional”.

As conferências da 36ª Semana Bíblica Nacional vão ser publicadas no final de Setembro, na “série científica da revista Bíblica”, informa o frei Herculano Alves.

O responsável conclui que em Outubro se inicia a organização o tema da próxima edição da semana bíblica, publicado posteriormente na revista Bíblica.


Vaticano: PAPA ESCREVEU AOS PARTICIPANTES DO 13.º SIMPÓSIO INTERCRISTÃO
Encontro aborda relação entre o mundo cristão e o poder civil 1700 anos depois do Édito de Milão


Cidade do Vaticano, 30 ago 2013 (Ecclesia) – O Papa enviou uma mensagem ao presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade entre os Cristãos, por ocasião do 13.º Simpósio Intercristão que termina hoje na cidade de Milão.

Na missiva, endereçada ao cardeal Kurt Koch, destaca a relevância do encontro numa altura em que se assinalam os 1700 anos do Édito de Milão, assinado pelo imperador romano Constantino (274-337).

Aquela decisão histórica, que decretou a liberdade religiosa para todos os cristãos, abriu novas perspectivas à difusão do Evangelho e contribuiu de maneira determinante para o nascimento da sociedade europeia”, realça o Papa, no texto disponibilizado pela sala de imprensa da Santa Sé.

O Simpósio Intercristão, acolhido pela Universidade Católica do Sagrado Coração, tem como tema “A vida dos cristãos e o poder civil – questões históricas e perspectivas actuais no Oriente e Ocidente”.

Conta com a organização do Instituto Franciscano de Espiritualidade da Universidade Pontifícia Antonianum e da Faculdade Teológica Ortodoxa da Universidade Aristóteles de Salónica.

Para Francisco, “a memória do Édito de Milão oferece aos participantes do Simpósio a oportunidade de reflectirem sobre o modo como o mundo cristão se tem relacionado com a sociedade civil e com as autoridades que a regulam”.

Apesar de se tratar de uma questão que conheceu “diferentes desenvolvimentos”, no Ocidente e no Oriente, ela “conservou alguns traços fundamentais comuns”, realça o Papa.

Entre elas – salientou - está “a convicção de que o poder civil encontra o seu limite diante da lei de Deus, a reivindicação do espaço certo de autonomia para a consciência, a noção de que a autoridade eclesiástica e o poder civil são chamados a trabalhar em conjunto pelo bem integral da comunidade humana”.


AVISOS

HORÁRIOS DAS MISSAS
Terça-feira, dia 3 de Setembro, às 19:00
Sábado, dia 7 de Setembro, às 17:00
Domingo, dia 8 de Setembro, às 9:15


ATENDIMENTO
Terça-feira das 17:00 às 18:30

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

FESTIVIDADES a S. GENS de CIDAI



Iniciam-se este fim de semana, na vizinha Paróquia de Santiago de Bougado, as Festas Religiosas em S. Gens de Cidai

[actualizado com Programa das Festas 2018]

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

MENSAGENS DO PAPA FRANCISCO E BARTOLOMEU I PARA O SIMPÓSIO INTERCRISTÃO



O Papa Francisco enviou uma mensagem, nesta quinta-feira, aos participantes do 13° Simpósio Intercristão a decorrer na cidade de Milão, na Itália, promovido pelo Instituto Franciscano de Espiritualidade da Pontifícia Universidade Antonianum de Roma e pela Faculdade Teológica Ortodoxa da Universidade Aristóteles de Salónica, na Grécia.

"A vida dos cristãos e o poder civil. Questões históricas e perspectivas actuais no Oriente e Ocidente" é o tema do encontro promovido no âmbito do Ano Constantiniano pelos 1.700 anos do Edito de Milão.

"A histórica decisão de Constantino com a qual foi decretada a liberdade religiosa para os cristãos, abriu novos caminhos para a difusão do Evangelho e muito contribuiu para o nascimento da civilização europeia", ressalta Francisco na mensagem.

Esse acontecimento transmitiu para o Oriente e Ocidente "a convicção de que o poder civil tem o seu limite perante a Lei de Deus, a reivindicação do espaço justo de autonomia para a consciência, a consciência de que a autoridade eclesiástica e o poder civil são chamados a colaborar para o bem integral da comunidade humana", conclui o Papa.


O Patriarca Ecuménico de Constantinopla, Bartolomeu I, também enviou uma mensagem aos participantes do 13° Simpósio Intercristão.

Ressalta no documento a importância do Edito de Milão que permitiu aos cristãos "o livre exercício de seus deveres culturais e religiosos e o reconhecimento da liberdade religiosa em geral".

"O tema escolhido diz respeito ao relacionamento da vida cristã com o poder político, um tema actual em nossos dias, em que por um lado a tentação do poder influencia em alguns casos a vida dos cristãos e por outro, certas formas de poder político no mundo contemporâneo trabalham negativamente ou colocam em perigo suas vidas", frisa Bartolomeu I.

Conclui a mensagem desejando sucesso nos trabalhos do simpósio e invocando as bênçãos divinas para que possa dar frutos em favor do bem da Igreja e do progresso da colaboração destes institutos científicos.

Rádio Vaticano, 29-08-2013

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

SONHO DE LUTHER KING DEVE SER HONRADO

Afirmou o Cardeal de Washington


O sonho de Martin Luther King continua vivo, depois de 50 anos.

Recordando os cinquenta anos do célebre discurso “Eu tenho um sonho” (I have a dream), de Martin Luther King, o Cardeal de Washington, Donald William Wuerl, ressalta o empenho da Igreja Católica nos EUA com a justiça racial e social.

A magistral estátua de King, no novo memorial em Washington, lembra-nos seu imponente compromisso em conduzir nossa nação à plena consciência da igualdade de todas as pessoas diante de Deus”, declara o cardeal, publicado no Osservatore Romano.

O seu sonho, tão enraizado na oração e na Sagrada Escritura, continua a encorajar-nos a vermos uns aos outros como irmãos e irmãs, filhos do mesmo amoroso Deus”, continua.

O Cardeal Wuerl recorda seu predecessor arcebispo de Washington até 1973, Dom Patrick Aloysius O'Boyle, que rezava para que “os ideais da liberdade, abençoados pela nossa fé e por nossa herança democrática, prevaleçam no país”.

Naqueles dias, o então arcebispo incentivou grupos católicos, paróquias e universidades a participarem da marcha de 28 de Agosto de 1963, oferecendo hospitalidade a quem vinha de fora e disponibilizando faixas e cartazes contra o racismo.

Hoje temos que honrar a sua herança e continuar o seu trabalho” – afirma o actual cardeal. “Este compromisso implica oferecer oportunidades educativas para as crianças, principalmente as mais pobres, que seriam destinadas a escolas mais ‘escassas’”.

Os 96 colégios católicos da Arquidiocese de Washington recebem quase 30.000 crianças da capital e do Estado de Maryland, salienta Dom Wuerl. “Muitas delas pertencem a minorias e não são católicas. Para o próximo ano académico, 2013-2014, a arquidiocese destinou 5,5 milhões de dólares em subvenções aos impostos escolásticos, uma ajuda que sextuplicou nos últimos anos”, revela Dom Wuerl.

Rádio Vaticano, 28-08-2013

I have a dream

Foi há 50 anos, no dia 28 de Agosto de 1963, que Martin Luther King proferiu, em Washington, o célebre discurso "I Have a Dream".

Nesse discurso histórico, o activista Martin Luther King pela igualdade de direitos entre negros e brancos, defendeu a igualdade de direitos para todos.

Três anos depois, na cidade americana de Memphis, Martin Luther King foi assassinado.





Hoje, nos EUA, os sinos das igrejas de todo o país vão soar no momento em que o discurso foi feito.


O Presidente Barack Obama vai pronunciar um discurso nas escadarias do Lincoln Memorial, o mesmo local onde Luther King disse as famosas palavras.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

NOVO APELO DO PAPA PELA PAZ NA SÍRIA

"CESSE O BARULHO DAS ARMAS!
É A CAPACIDADE DE ENCONTRO E DIÁLOGO QUE OFERECE ESPERANÇA PARA RESOLVER OS PROBLEMAS"
é o novo apelo do Papa Francisco pela paz na Síria

No Angelus deste domingo o Papa Francisco lançou um novo apelo pela paz na Síria, especialmente após as notícias e imagens vindas daquele país ao longo desta semana.

No país, após quase dois anos e meio de guerra civil, morreram mais de 100 mil pessoas, das quais 7 mil crianças.
Mais de 4 milhões de refugiados e deslocados, 1/5 da população Síria.

Com grande sofrimento e preocupação continuo a acompanhar a situação na Síria.
O aumento da violência em uma guerra entre irmãos, com o multiplicar-se de tragédias e actos atrozes, que todos pudemos ver também nas terríveis imagens destes dias, me impele uma vez mais a exortar para que cesse o barulho das armas.
Não é o conflito que oferece perspectivas de esperança para resolver os problemas, mas a capacidade de encontro e de diálogo”.

Do fundo do seu coração o Papa exprime a sua proximidade com a oração e a solidariedade para com todas as vítimas deste conflito, para com todos aqueles que sofrem, especialmente as crianças e convida a manterem sempre acesa a chama da esperança de paz:

Faço um apelo à Comunidade Internacional para que se mostre mais sensível para com esta trágica situação e faça tudo o que for necessário para ajudar a cara Nação Síria a encontrar uma solução para a uma guerra que semeia destruição e morte”.

No final, o Santo Padre convidou os presentes a rezar a Maria, Rainha da Paz!

Rádio Vaticano, 25-08-2013

sábado, 24 de agosto de 2013

Boletim Paroquial 25AGO2013

XXI Domingo do Tempo Comum - ANO C
25 de Agosto de 2013

Esta semana não é editado o Boletim Paroquial.

Os comentários à liturgia do dia e os avisos foram já publicados no Boletim Paroquial nº 63.

Alterações aos Avisos podem ser vistas na Agenda da Paróquia, no final da página.



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

sábado, 17 de agosto de 2013

Boletim Paroquial nº 63

Semana de 18 a 25 de Agosto 2013
XX Domingo do Tempo Comum - ANO C


O COMPROMISSO COM DEUS

 
A Palavra de Deus que hoje nos é servida convida-nos a tomar consciência da radicalidade e da exigência da missão que Deus nos confia.

Não há meios-termos: Deus convida-nos a um compromisso, corajoso e coerente, com a construção do “novo céu” e da “nova terra”.

É essa a nossa missão profética.

A primeira leitura apresenta-nos a figura do profeta Jeremias.

O profeta recebe de Deus uma missão que lhe vai trazer o ódio dos chefes e a desconfiança do Povo de Jerusalém: anunciar o fim do reino de Judá.

Jeremias vai cumprir a missão que Deus lhe confiou, doa a quem doer.

Ele sabe que a missão profética não é um concurso de popularidade, mas um testemunhar, com verdade e coerência, os projectos de Deus.

O Evangelho reflecte sobre a missão de Jesus e as suas implicações.

Define a missão de Jesus como um “lançar fogo à terra”, a fim de que desapareçam o egoísmo, a escravidão, o pecado e nasça o mundo novo – o “Reino”.

A proposta de Jesus trará, no entanto, divisão, pois é uma proposta exigente e radical, que provocará a oposição de muitos; mas Jesus aceita mesmo enfrentar a morte, para que se realize o plano do Pai e o mundo novo se torne uma realidade palpável.

A segunda leitura convida o cristão a correr de forma decidida ao encontro da vida plena – como os atletas que não olham a esforços para chegar à meta e alcançar a vitória.

Cristo – que nunca cedeu ao mais fácil ou ao mais agradável, mas enfrentou a morte para realizar o projecto do Pai – deve ser o modelo que o cristão tem à frente e que orienta a sua caminhada.


XXI Domingo do Tempo Comum - ANO C
25 de Agosto de 2013


A SALVAÇÃO


A liturgia deste domingo propõe-nos o tema da “salvação”.

Diz-nos que o acesso ao “Reino” – à vida plena, à felicidade total (“salvação”) – é um dom que Deus oferece a todos os homens e mulheres, sem excepção; mas, para lá chegar, é preciso renunciar a uma vida baseada nesses valores que nos tornam orgulhosos, egoístas, prepotentes, auto-suficientes, e seguir Jesus no seu caminho de amor, de entrega, de dom da vida.

Na primeira leitura, um profeta não identificado propõe-nos a visão da comunidade escatológica: será uma comunidade universal, à qual terão acesso todos os povos da terra, sem excepção.

Os próprios pagãos serão chamados a testemunhar a Boa Nova de Deus e serão convidados para o serviço de Deus, sem qualquer discriminação baseada na raça, na etnia ou na origem.

No Evangelho, Jesus – confrontado com uma pergunta acerca do número dos que se salvam – sugere que o banquete do “Reino” é para todos; no entanto, não há entradas garantidas, nem bilhetes reservados: é preciso fazer uma opção pela “porta estreita” e aceitar seguir Jesus no dom da vida e no amor total aos irmãos.

A segunda leitura parece, à primeira vista, apresentar um tema um tanto deslocado e marginal, em relação ao que nos é proposto pelas outras duas leituras; no entanto, as ideias propostas são uma outra forma de abordar a questão da “porta estreita”: o verdadeiro crente enfrenta com coragem os sofrimentos e provações, vê neles sinais do amor de Deus que, dessa forma, educa, corrige, mostra o sem sentido de certas opções e nos prepara para a vida nova do “Reino”.


Itália: PAPA APELA AO COMBATE DA IGREJA CONTRA AS FORÇAS DO MAL
Papa Francisco cumpriu tradição no dia da solenidade litúrgica da Assunção de Maria com milhares de pessoas em Castel Gandolfo



Castel Gandolfo, Itália, 15 ago 2013 (Ecclesia) – O Papa celebrou hoje a solenidade litúrgica da Assunção de Maria com milhares de pessoas, na localidade italiana de Castel Gandolfo, apresentando a mãe de Jesus como “sinal de esperança segura” na luta contra o mal.

Isto (a Assunção de Maria) não significa que esteja longe, que esteja separada de nós, pelo contrário, Maria acompanha-nos, luta connosco, apoia os cristãos no combate contra a força do mal”, declarou, na homilia da missa que decorreu na Praça da Liberdade, diante da residência pontifícia, perante peregrinos de vários países, incluindo vários argentinos e um grupo de chineses.

A intervenção de Francisco partiu de três palavras-chave, “luta, ressurreição, esperança”.

Segundo o Papa, a Igreja vive “continuamente as provas e os desafios que comporta o conflito entre Deus e o maligno”, numa luta que não enfrenta sozinha.

A mãe de Cristo e da Igreja está sempre connosco.

Sempre, caminha connosco, está connosco”, prosseguiu.

Francisco convidou à recitação do rosário e brincou com os presentes: “Vós rezais o terço todos os dias? Bem, não sei… de certeza?”.

O Papa disse ainda que a fé cristã se baseia numa “verdade fundamental”, que é a ressurreição de Jesus e que Maria passou pelo “martírio do seu coração” ao ver o sofrimento de Cristo na cruz.

Esteve plenamente unida a Ele na morte e, por isso, foi-lhe dado o dom da ressurreição”, observou.

Em conclusão, Francisco apresentou uma reflexão sobre a esperança perante a “luta quotidiana entre a vida e a morte, entre o bem e o mal”, como fizeram muitos “santos e santas”, conhecidos ou desconhecidos – “mães, pais, catequistas, missionários, padres, irmãs, jovens, também crianças, avós”.

Onde há cruz, para nós cristãos há esperança, sempre.

Se não há esperança, nós não somos cristãos, por isso apraz-me dizer: não deixeis que vos roubem a esperança”, observou.

Francisco cumpriu a tradição papal de celebrar a solenidade litúrgica da Assunção de Maria em Castel Gandolfo, tendo deixado o Vaticano pelas 09h00 locais (menos uma hora em Lisboa), começando por visitar o mosteiro de clausura das religiosas Clarissas, durante cerca de 45 minutos.

 
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Terça-feira, dia 20 de Agosto, às 18:30
Sábado, dia 24 de Agosto, às 17:00 30º Dia José Ferreira de Azevedo
                                                                   – Anivº Maria Alice Alves Maia
Domingo, dia 25 de Agosto, às 9:15

 
Terça-feira, dia 27 de Agosto, às 18:00 30º Dia Joaquim da Silva Arantes
                                                                          – Anivº Manuel Alexandre Teixeira da Silva
Sábado, dia 31 de Agosto, às 17:00
Domingo, dia 1 de Setembro, às 9:15


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